domingo, 15 de novembro de 2009

Só para começar bem a semana

No psiquiatra:
- Doutor, tenho complexo de feia.
- Que complexo que nada.


- Por favor, conte-me desde o inicio.
- Pois bem, doutor! No princípio eu criei o Céu e a Terra


O paciente chega ao psiquiatra tímido, cabisbaixo:
- Doutor, eu tenho dupla personalidade.
- Esquenta não meu filho.Senta aí e vamos conversar os quatro.

- Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo!
- E desde quando o senhor acha que é um galo?
- Ah, desde que eu era um pintinho.


Piadinhas retiradas da revista Seleções mas peço desculpas não anotei o número.

sábado, 14 de novembro de 2009

Coitadinho...

From: <amancio@aaps.com.br>
Date: 2009/9/30
Subject: Nada de Coitadinho
To:




Nascido em Ituiutaba (MG) a vida do médium Jerônimo Mendonça (1939-1989) foi um exemplo de superação de limites. Totalmente paralítico há mais de trinta anos, sem mover nem o pescoço, cego há mais de vinte anos, com artrite reumatóide que lhe dava dores terríveis no peito e em todo o corpo, era levado por mãos amigas pelo Brasil afora, para proferir palestras. Foi tão grande o seu exemplo que foi apelidado “O Gigante Deitado” pelos amigos e pela imprensa.

Houve uma época, em meados de 1960, quando ainda enxergava, que Jerônimo quase desencarnou. Uma hemorragia acentuada, das vias urinárias, o acometeu. Estava internado num hospital de Ituiutaba quando o médico, amigo, chamou seus companheiros espíritas que ali estavam e lhes disse que o caso não tinha solução. A hemorragia não cedia e ele ia desencarnar.

- Doutor, será que podemos pelo menos levá-lo até Uberaba, para despedir-se de Chico Xavier? Eles são muitos amigos.

- Só se for de avião. De carro ele morre no meio do caminho.

Um de seus amigos tinha avião. Levaram-no para Uberaba. O lençol que o cobria era branco. Quando chegaram a Uberaba, estava vermelho, tinto de sangue. Chegaram à Comunhão Espírita, onde o Chico trabalhava então. Naquela hora ele não estava, participava de trabalho de peregrinação, visita fraterna, levando o pão e o evangelho aos pobres e doentes.

Ao chegar, vendo o amigo vermelho de sangue disse o Chico:

- Olha só quem está nos visitando! O Jerônimo! Está parecendo uma rosa vermelha! Vamos todos dar uma beijo nessa rosa, mas com muito cuidado para ela não “despetalar”.

Um a um os companheiros passavam e lhe davam um suave beijo no rosto. Ele sentia a vibração da energia fluídica que recebia em cada beijo. Finalmente, Chico deu-lhe um beijo, colocando a mão no seu abdome, permanecendo assim por alguns minutos. Era a sensação de um choque de alta voltagem saindo da mão de Chico, o que Jerônimo percebeu. A hemorragia parou.

Ele que, fraco, havia ido ali se despedir, para desencarnar, acabou fazendo a explanação evangélica, a pedido de Chico, e em seguida veio a explicação:

- Você sabe o porquê desta hemorragia, Jerônimo?

- Não, Chico.

- Foi porque você aceitou o “coitadinho”. Coitadinho do Jerônimo, coitadinho... Você desenvolveu a autopiedade. Começou a ter dó de você mesmo. Isso gerou um processo destrutivo. O seu pensamento negativo fluidicamente interferiu no seu corpo físico, gerando a lesão. Doravante, Jerônimo, vença o coitadinho. Tenha bom ânimo, alegre-se, cante, brinque, para que os outros não sintam piedade de você.

Ele seguiu o conselho. A partir de então, após as palestras, ele cantava e contava histórias hilariantes sobre as suas dificuldades. A maioria das pessoas esquecia, nestes momentos, que ele era cego e paralítico. Tornava-se igual aos sadios.

Sobreviveu quase trinta anos após a hemorragia “fatal”. Venceu o “coitadinho”.

Que essa história nos seja um exemplo, para que nos momentos difíceis tenhamos bom ânimo, vencendo a nossa tendência natural de autopiedade e esmorecimento.

Extraído do Jornal Espírita de Setembro de 2007








sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Para seu fim de semana ser melhor.

Na vida não há premio, nem castigo. Somente consequências.
Robert G Ingersoll


Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada
a palavra dita
a oportunidade perdida.
Provérbio Tibetano

Quando falares, cuide para que suas palavras sejam melhores que o silêncio.
Provébio Indiano

Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela. Não é justo fazer declaração anual ao Fisco e nenhuma para quem você ama.

Esta rosa é de meu jardim de vasos. Beijos. Amo a todos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Nós e Meio Ambiente

Este vídeo abaixo não é nada novo e já falava de um assunto tão comentado hoje e desde lá nossos dirigentes nada fizeram. Senti-me revoltada ao assistir as reportagens da Rede Globo sobre o Rio Tietê, que nos mostrou que as prefeituras são as que mais poluem o rio, lançando nele o esgoto de suas cidades e o governador tomou alguma posição? Se você souber me fale, pois eu nada mais sei. Vamos sim fazer nossa parte mas esperamos uma ATITUDE de cima para baixo, uma ATITUDE humana.

sábado, 7 de novembro de 2009

BREVE DIÁLOGO ENTRE LEONARDO BOFF E DALAI LAMA

LB: - Qual é a melhor religião?

DL:- A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus.É aquela que te faz melhor.

LB:- O que me faz melhor?

DL;- Aquilo que te faz compassivo, aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável. A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião.

MEDITAÇÃO - AFLIÇÃO VAZIA - Emmanuel

Antes do texto quero dizer que, embora Emmanuel seja o mentor de Chico Xavier, portanto um texto espírita, seu conteúdo serve a todos, independente da religião que abrace.Para melhor entendê-lo e absorver o ensinamento precisei lê-lo muitas vezes. A ansiedade é um mal que nos corrói e eu aprendi que somente com pensamentos elevados, sempre com um olhar positivo para tudo é que a abrandamos . E com este texto passo esta idéia a vocês e justamente por ter esquecido todas estas idéias e ter me deixado levar pela ansiedade é que tive tão séria recaída de depressão. Amo a todos.

"Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.

No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a beneficio próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.

Aceitemos a hora dificil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranquila.

Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição de malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária...

Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao ajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.

Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.

Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em base de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidades do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas tamém a fim de nos proteger contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiarnos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser".

Texto extraido daRevista Informação número 388 da janeiro de 2009.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

RECORDANDO

Este filme é maravilhoso e faz parte de minhas recordações e com certeza na de muita gente de minha faixa etária.Acyr obrigado pelo envio.